segunda-feira, 29 de abril de 2013

26/04/13

O silêncio é cruento
Jogado ao relento
De um abismo escuro
De um medo insólito
Engessado em minhas palavras
Escuto a voz amarga
Roendo minha liberdade
Consumindo-me sem piedade
As histórias sincréticas
Demonstrações histéricas
Do tempo que não veio
Do lúcido devaneio

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